As 58 cidades estão entre 1.557 selecionadas pelo Ministério da Saúde.
Estado ainda receberá R$ 63 milhões para oferta de moradia e alimentação.
Estado ainda receberá R$ 63 milhões para oferta de moradia e alimentação.

O governo federal divulgou a lista de municipios que receberão verba no
programa Mais Médicos, lançado nesta segunda-feira (8). Na portaria
publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (10) estão 58
cidades do Rio Grande do Norte.
O objetivo do programa é ampliar a presença dos profissionais da saúde
em municípios do interior e periferias das grandes cidades. Instituída
por medida provisória pela Presidenta da República, Dilma Rousseff, a
iniciativa ofertará bolsa de R$ 10 mil, paga pelo Ministério da Saúde,
aos médicos que atuarão na atenção básica da rede pública de saúde.
As 58 cidades do RN estão entre 1.557 municípios considerados pelo
Ministério da Saúde como "de maior vulnerabilidade social". Do total de
cidades contempladas, 1.042 estão no Nordeste. O Ministério da Saúde
informa que além da contratação dos médicos, o RN receberá R$ 63 milhões
para a oferta de moradia e alimentação dos médicos e poderá acessar os
recursos do órgão ministerial para construção, reforma e ampliação das
unidades básicas.
O governo federal também instituiu uma mudança na grade curricular dos
cursos de Medicina para qualificar a formação dos profissionais. Aos
seis anos de graduação em Medicina foi acrescentado um ciclo de dois
anos durante o qual o estudante vai atuar com CRM provisório na atenção
básica e nos serviços de urgência e emergência da rede pública de saúde.
A mudança curricular entrará em vigor a partir de janeiro de 2015. O
Ministério da Educação projeta abrir 11.447 novos postos de graduação e
12 mil novas vagas de residência até 2017.
Medidas integram pacto
As medidas, regulamentadas por portaria conjunta dos ministérios da Saúde e da Educação, integram o Pacto pela Saúde, lançado pela presidenta Dilma em reunião com governadores e prefeitos de capitais no último dia 24, que prevê a aceleração de investimentos por mais e melhores hospitais e unidades de saúde e por mais médicos, totalizando R$ 15 bilhões até 2014.
De acordo com o Ministério da Saúde, do montante, R$ 7,4 bilhões já estão contratados para construção de 818 hospitais, 601 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) e de 15.977 unidades básicas. Outros R$ 5,5 bilhões serão usados na construção, reforma e ampliação de unidades básicas e UPAs, além de R$ 2 bilhões para 14 hospitais universitários.
Medidas integram pacto
As medidas, regulamentadas por portaria conjunta dos ministérios da Saúde e da Educação, integram o Pacto pela Saúde, lançado pela presidenta Dilma em reunião com governadores e prefeitos de capitais no último dia 24, que prevê a aceleração de investimentos por mais e melhores hospitais e unidades de saúde e por mais médicos, totalizando R$ 15 bilhões até 2014.
De acordo com o Ministério da Saúde, do montante, R$ 7,4 bilhões já estão contratados para construção de 818 hospitais, 601 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) e de 15.977 unidades básicas. Outros R$ 5,5 bilhões serão usados na construção, reforma e ampliação de unidades básicas e UPAs, além de R$ 2 bilhões para 14 hospitais universitários.
Para selecionar e levar os profissionais às regiões carentes serão
lançados três editais: um para atração de médicos; outro para adesão dos
municípios que desejam admiti-los; e um último para selecionar as
instituições supervisoras.
O Ministério da Saúde afirma que será aceita a participação de médicos
formados no Brasil, que terão prioridade no preenchimento das vagas, e
também a de graduados em outros países, com preferência para
brasileiros. Os estrangeiros só ocuparão as vagas remanescentes após a
escolha destes dois grupos, segundo o órgão ministerial. “Não vai haver
disputa de mercado entre médicos brasileiros e estrangeiros. A abertura
de novas vagas vai aquecer o mercado brasileiro para os médicos”,
esclareceu o ministro Alexandre Padilha.
No caso dos médicos formados no exterior, só poderão participar aqueles
oriundos de faculdades de Medicina com tempo de formação equivalente ao
brasileiro, com conhecimentos em Língua Portuguesa, detentores de
autorização para livre exercício da Medicina em seu país de origem e
vindos de países onde a proporção de médicos para cada grupo de mil
habitantes é superior à brasileira, hoje de 1,8 médicos/1 mil
habitantes.
DO G1 RN
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