Serão contidas pessoas que “buscam oportunidade para cometer atos de violência e crimes” no meio dos protestos.

Segundo Monteiro, serão contidas pessoas que “buscam oportunidade
para cometer atos de violência e crimes” no meio dos protestos. Para
assegurar a segurança no evento, cerca de 10 mil agentes das polícias
Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal atuarão somente na Praia de
Copacabana, onde estão previstas duas atividades com a presença do papa
Francisco na próxima semana.
Ao avaliar a atuação da Polícia Militar (PM) nas últimas
manifestações no Rio de Janeiro, o diretor disse que a PM tem atuado “de
maneira adequada” e deve agir da mesma forma na JMJ. No entanto,
organizações de defesa de direitos humanos, como a Anistia
Internacional, questionam a atuação dos policias e os ministérios
públicos Federal e Estadual estão investigando.
“A utilização de armamento menos letal foi feita de maneira
adequada. Agora, pode ter havido neste universo de atuação nas
manifestação algum excesso”, disse Monteiro. Segundo ele, excessos da
força policial só podem ser acompanhados e investigados pelo governo
estadual. “A PM sempre pauta suas atividades com técnica, força e meios
necessários”, reforçou.
O órgão estima que cerca de 2 milhões de pessoas participarão da Jornada da Juventude. Ao contrário do evento em Guaratiba, grupos de manifestantes não serão barrados na orla.
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