Rafael Barbosa/ celular
A rebelião no CDP da Ribeira durou cerca de duas horas, deixou colchões queimados e um buraco na parede de uma das celas

Segundo um agente carcerário que não quis se identificar, o tumulto começou por volta das 19h, quando os funcionários do CDP iniciaram uma contagem dos presos. Os 110 homens encarcerados não permitiram a ação dos agentes, começando o motim.
Ainda de acordo com o relato do agente penitenciário, cerca de 20 detentos estavam drogados e não atendiam as solicitações de negociação. "Foi necessária a intervenção do GOE – Grupo de Operações Especiais – e da PM para o fim da rebelião", afirmou.
O agente contou que alguns dos presos queriam entrar em confronto com outros que estavam em celas separadas. São duas celas destinadas a apenados que tiveram problemas de relacionamento com os demais, e foram retirados das carceragens onde inicialmente estavam para a preservação de sua integridade física.
Foi preciso acionar os bombeiros para apagar os colchões em chamas. A parede da cela 2B permanece danificada, com um grande buraco feito pelos presos.
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