terça-feira, 31 de julho de 2012

Pão e Circo: PGJ da PB confirma "fortes indícios" de fraude no RN

Esquema que identificou desvio de R$ 65 mi na PB teria também sido reproduzido no Estado com atuação das empresas investigadas no Estado vizinho.

Reprodução/G1

Oswaldo Trigueiro, procurador- geral de Justiça da Paraíba.
O procurador- geral de Justiça da Paraíba, Oswaldo Trigueiro, confirmou ao Nominuto.com que empresas flagradas em esquema de desvio de recursos revelado pela Operação Pão e Circo no Estado vizinho também atuaram no Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco, e que há "fortes elementos que indicam fraude".

Trigueiro preferiu não comentar que empresas ou cidades estão na rota das investigações. Segundo ele informou, técnicos da Controladoria Geral da União estão auxiliando nas investigações.

O PJG da Paraíba explicou ainda que os indícios de atuação irregular no RN surgiram por ocasião da análise do material apreendido durante a Operação Pão e Circo, que identificou desvio de R$ 65 milhões em 11 municípios do Estado vizinho.

Ainda de acordo com PGJ, ao fim de agosto, um relatório será produzido e enviado aos Ministérios Públicos do Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco, indicando os indícios de fraudes que foram detectados nesses estados.

Trinta e quatro empresas estão sendo investigadas nas fraudes (veja lista das empresas ao fim da matéria). De acordo com matéria veiculada pelo Fantástico no domingo, a empresa JC Produções, apontada pelo MPPB como uma das mais beneficiadas pelo esquema, foi a que atuou predominantemente no Rio Grande do Norte.

A Operação Pão e Circo foi deflagrada ao fim de junho e levou 28 à prisão, incluindo três prefeitos, todos suspeitos de superfaturamento em contratos para realização de festas como São João e outras comemorações.

Empresas investigadas:

1 - O & A PUBLICIDADE MARKETING E EVENTOS (CNPJ 11.154.621/0001-48),

2 - M. C. EVENTOS (CNPJ 07.847.779/0001-24),

3 - J. A. EVENTOS (CNPJ 06.964.500/ 0001-20),

4 - DG ASSESSORIA E PROMOÇÃO DE EVENTOS (CNPJ 10.359.862/0001-69),

5 - FPX TRADE IN SERVICE (CNPJ 14.325.738/0001-33),

6 - REALIZE SONORIZAÇÕES E EVENTOS (CNPJ 06.071.362/0001-50),

7 - DISTAK DIVULGAÇÕES E EVENTOS (CNPJ 07.699.268/0001-02),

8 - CIA DE EVENTOS DO NORDESTE (CNPJ 11.707.739/0001-54),

9 - MEPROARTE (CNPJ 06.105.185/0001-85),

10 - MARCOS PRODUÇÕES E EVENTOS (CNPJ 13.336.513/ 0001-10),

11 - GF DA SILVA ME (CNPJ 14.345.101/0001-09),

12 - APE ABILIO PRODUÇÕES E EVENTOS (CNPJ 04.740.678/0001-61),

13 - JOSÉ WALTER DA COSTA – JC PRODUÇÕES (CNPJ 05.102.533/0001-06),

14 - EPAE – EDNALDO PROMOÇÕES ARTÍSTICAS E EVENTOS (CNPJ 01.711.148/0001-05),

15 - LIMA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA (CNPJ 05.593.663/0001-82),

16 - PENINHA SONORIZAÇÕES (CNPJ 07.833.696/0001-86),

17 - NEFERTITI PRODUÇOES, SONORIZAÇÕES E ILUMINAÇÃO LTDA (CNPJ 051.928.99/0001-05),

18 - MADEART INDUSTRIA E COMÉRCIO DE MOVEIS LTDA ME, A&G PROMOÇÕES ARTÍSTICAS (CNPJ 035.559.65/0001-39),

19 - ADJ PRODUÇÕES (CNPJ 091.766.68/0001-69),

20 - AUDISOM SONORIZAÇÃO ILUMINAÇÃO (CNPJ 024.485.84/0001-98),

21 - DPROMOVE CONSULTORIA, CAPACITAÇÃO E EVENTOS LTDA (CNPJ 091.764.43/0001-02),

22 - EVANDRO PROMOÇÕES ARTÍSTICAS (CNPJ 700.964.17/0001-85),

23 - FA PRODUÇÕES (CNPJ 012.537.25/0001-54),

24 - FÁBIO SONORIZAÇÕES (CNPJ 090.244.54-0001-77),

25 - FERREIRA & FILHOS SERVIÇOS (CNPJ 082.749.31/0001-90),

26 - FORRÓ SHOW PROMOÇÕES LTDA (CNPJ 102.344.81/0001-53),

27 - KADENCIAR PRODUÇÕES E EVENTOS (CNPJ 09.141.725/0001/74),

28 - MEGA EVENTOS (CNPJ 10.369.875/0001-19),

29 - MISTURART PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA (CNPJ 09.010.231/0001-50),

30 - NET EVENTOS E MONTAGENS (CNPJ 05.008.442/0001-06),

31 - FLÁVIO GOMES DA SILVA (CNPJ 11.352.609/0001-46),

32 - PARAÍBA LUBRIFICANTES – NAGGYLLA DANYELLA DO NASCIMENTO SILVA (CNPJ 07.699.893/0001-54),

33 - PROMOV PRODUÇÕES (CNPJ 09.373.097/0001-52),

34 - ZEN PRODUÇÕES E EVENTOS (CNPJ 07.793.682/0001-86)

Fonte: Nominuto.com

 

Justiça Eleitoral definirá na quinta-feira tempo de propaganda de Rádio e TV

Ocorre na quinta-feira (2) a reunião promovida pela Justiça Eleitoral onde serão definidos o tempo de televisão e rádio para os candidatos a prefeito e coligações de vereador na capital potiguar. O encontro está agendado para às 9h no auditório do Centro de Treinamento da Justiça Eleitoral, no bairro de Morro Branco.
O juiz José Dantas de Paiva, da 2ª Zona Eleitoral, já está com a documentação enviada pelo Tribunal Superior Eleitoral onde foi informada a bancada de cada um dos partidos na Câmara dos Deputados. É a partir da representatividade dessas legendas que será definido o tempo de rádio e televisão dos seis prefeitáveis da capital potiguar, além das coligações que disputam a chapa proporcional.
"Nosso objetivo principal nessa reunião será distribuir o tempo entre os candidatos, partidos e coligações", disse o juiz eleitoral. Ele ressaltou que no encontro também será feito o sorteio de qual emissora de televisão e rádio gerará o programa eleitoral. As empresas sorteadas já deverão, nesta reunião, definirem os profissionais que ficarão responsáveis por receberem os programas dos candidatos.
No encontro também será informada a condição técnica para os partidos apresentarem as gravações que serão exibidas no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.

MP investiga contratos de shows

Pelo menos, doze prefeituras do Rio Grande do Norte, que realizaram festas, nos últimos anos, com a contratação de bandas, estão na mira do Ministério Público Federal e Estadual. O MPF/RN possui, atualmente, oito procedimentos administrativos que investigam o repasse de verba federal para sete prefeituras. O dinheiro custeou  festejos juninos. Já o MP/RN instaurou inquérito contra, pelo menos, seis prefeituras.

O Ministério Público Federal tem hoje oito inquéritos que investigam organização de festas pagas com dinheiro público em sete cidades do RNO Ministério Público Federal tem hoje oito inquéritos que investigam organização de festas pagas com dinheiro público em sete cidades do RN

Segundo as informações divulgadas pela Assessoria de Comunicação do MPF "ainda não é possível afirmar se há desvio de recursos públicos, pois os procedimentos ainda estão em fase de apuração". O MPF não liberou o valor dos contratos investigados. Um levantamento feito pela TRIBUNA DO NORTE no portal da Transparência do Governo Federal mostrou que nos anos de 2010 e 2011, o Ministério do Turismo liberou R$ 5,5 milhões para realização de festividades em diversos municípios potiguares.

A TN solicitou, no entanto, dados mais detalhados à Assessoria de Comunicação do Mtur, mas até o fechamento dessa edição as informações não foram enviadas. Ao falar sobre as investigações no âmbito do Ministério Público Estadual, a promotora de Justiça, Izabel de Siqueira Menezes, coordenadora do Centro de Apoio às promotorias do Patrimônio Público, disse que o número de inquéritos pode até ser maior do que o divulgado por ela ontem.

"Estou mencionado os que lembro, mas várias comarcas abriram mais de um processo para investigar esses contratos, principalmente em  2011 e no 1º semestre deste ano", afirmou a promotora. Para ter um número exato era preciso, segundo ela, um levantamento mais detalhado e apurado em todas as comarcas. Segundo Izabel de Siqueira o objetivo das investigações é saber se as bandas recebem realmente o valor estipulado nos contratos.

A promotora citou que o MP/RN instaurou inquéritos as comarcas do MP/RN em Caicó, Macau, Guamaré, São Miguel, Alto do Rodrigues e Parnamirim. No âmbito do MPF, existem procedimentos abertos no caso de Riachuelo, Felipe Guerra, São Miguel, Campo Grande, Jardim do Seridó, Assú (dois) e Caraúbas. Ainda não há prazos para a conclusão dos inquéritos, nem no MP/RN, nem no MPF/RN.


Em outros estados do Nordeste,  a contatação de bandas também está sendo investigada. Na Paraíba, há pouco mais de um mês, o Ministério Público Estadual (MP/PB) denunciou três prefeitos e 34 empresas, entre as quais algumas "fantasmas", constituídas com a finalidade de desviar dinheiro público e fraudar procedimentos de contratação de serviços para a realização de eventos festivos (Ano Novo, São João e São Pedro, Carnaval e Carnaval fora de época, aniversários de emancipação das cidades).

O esquema, revelado pela Operação 'Pão e Circo", teria desviado dos cofres públicos algo em torno de R$ 65 milhões. Os recursos desviados eram da arrecadação própria e dos governos do Estado e Federal. As investigações apontaram a participação direta de prefeitos, familiares e servidores públicos.

Os maiores montantes de recursos foram desviados nas prefeituras de Alhandra, Solânea e Sapé, municípios que estão entre os piores Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do País. No último dia 09 de julho, o Diário da Justiça da Paraíba publicou o teor da medida cautelar do desembargador Joás de Britto Pereira Filho, determinando o afastamento dos prefeitos João Clemente Neto (Sapé), Renato Mendes (Alhandra) e Francisco de Assis de Melo (Solânea), denunciados na operação.

Uma das empresas, que funciona numa casa alugada por R$ 80,00/mês, faturou nos últimos dois anos R$ 14 milhões em contratos fraudados, segundo investigações do Ministério Público da Paraíba. Outra empresa chegou a faturar mais de R$ 3 milhões em contratos.

MP pediu suspensão de festas no Estado

O MP/RN já havia baixado uma recomendação onde sugere que os 139 municípios potiguares que se encontram em situação de emergência não realizem as festas de São João neste ano. De acordo com o MP-RN, os recursos públicos devem der destinados prioritariamente para minimizar os efeitos da estiagem.

Alguns dos 139 municípios que se encontram em situação de emergência empregaram verbas públicas na contratação de bandas e realização de festas, apesar da recomendação, entre os quais Assu, São Miguel, Macau e Guamaré. Segundo a recomendação dos órgãos, o gestor que porventura não acatasse a recomendação poderia ser objeto de medida cautelar da Corte de Contas.

Os órgãos de controle ainda podem solicitar a sustação de atos, contratos e procedimentos administrativos. Além de pedir a suspensão do recebimento de novos recursos, sem prejuízo da aplicação de multa e também de outras sanções. A exceção fica para o uso de verbas federais recebidas do Ministério da Cultura ou do Ministério do Turismo, quando sua destinação estiver especificamente vinculada à realização de festas ou eventos culturais no município.

No RN, 13 municípios  cumpriram a recomendação e cancelaram o São João devido à seca: coronel João Pessoa, Francisco Dantas, Frutuoso Gomes, Itaú, Martins, Messias Targino, Paraná, Pilões, Portalegre, Riacho da Cruz, Rodolfo Fernandes, Severiano Melo e Venha Ver.

A recomendação, que teve objetivo de prevenir que a situação nesses municípios se agrave e garantir que o máximo dos recursos públicos sejam investidos para minimizar os efeitos da estiagem, foi assinada conjuntamente com o Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Tribunal de Contas do Estado.

"Sem exceção, todo prefeito cujo município está em situação de emergência e realizou festa sabe que será investigado", afirmou a promotora Izabel de Siqueira Menezes, coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias do Patrimônio Público. Segundo ela, a  recomendação cria o dolo. A medida priva as prefeituras municipais de contratarem artistas, serviços de "buffets" e montagem de estruturas para eventos, sob pena de adoção de providências cabíveis a cargo de cada uma das instituições que subscrevem a recomendação.

"Se a prefeitura não acatou a recomendação será investigada", reforçou a promotora Izabel Menezes. O MP destacou ainda que nas práticas citadas que utilizam verbas federais recebidas do Ministério da Cultura ou do Ministério do Turismo, com destinação específica vinculada à realização de festas ou eventos culturais, não se aplicam as orientações contidas na recomendação.

O decreto da governadora do estado, de 11 de abril de 2012, declarou situação de emergência nos 139 municípios afetados por "desastres naturais relacionados com a intensa redução das precipitações hídricas em decorrência da estiagem", pelo prazo de 90 dias, prorrogável por igual período.

Inquéritos do MP/PB serão compartilhadas

As informações do inquérito que resultou na Operação "Pão e Circo", na Paraíba, serão compartilhadas com as unidades do MPE e MPF, no Rio Grande do Norte, Cerá e Pernambuco. Segundo o procurador-geral de Justiça do MP/PB, Oswaldo Trigueiro do Vale Filho, há indícios de que as mesmas irregularidades também ocorram nesses três estados, onde algumas das empresas têm atuação.

Segundo o procurador-geral, no momento, o inquérito está em fase de documentação de todo o material apreendido. "Em 20 ou, no máximo, 30 dias, estaremos compartilhando os dados com as outras unidades do MP", afirmou, por telefone, à TRIBUNA DO NORTE, Oswaldo  Trigueiro, que esteve ontem, em Natal, para abertura de um curso de formação no MP/RN.

De acordo com o procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, o esquema era comandado por empresários dentro das próprias prefeituras. O procurador-geral disse que, especificamente, não tratou com o procurador Manoel Onofre Neto, da Operação "Pão e Circo". A TN tentou falar com Onofre Neto, durante toda a tarde, mas ele não atendeu às ligações feitas para o seu celular. 

Ontem, o MPF/RN informou que aguarda as informações do MP/PB para poder tomar as providências necessárias. O interesse é cruzar informações das investigações que estão sendo feitas no RN e às relacionadas à Operação "Pão e Circo" para identificar se o mesmo esquema está presente nos municípios potiguares. Este ano, vários municípios realizaram festas públicas, como Assu, Macau, Guamaré e São Miguel. Em municípios como Guamaré, a festa realizada para aniversário da cidade, neste ano, que teve a presença da dupla sertaneja Zezé de Camargo e Luciano custou R$ 450 mil, conforme publicação no Diário Oficial do Município.

Memória

A Operação "Pão e Circo" foi foi deflagrada no dia 28 de junho, pelo Ministério Público da Paraíba (MP/PB), em conjunto com Polícia Federal (PF) e a Controladoria Geral da União (CGU) e desarticulou um esquema criminoso montado, segundo o MP/PB, para fraudar licitações e desviar recursos públicos federais, estaduais e municipais.

Foram cumpridos 28 mandados de prisão temporária; 65 mandados de busca e apreensão; sete mandados de condução coercitiva e ordens de sequestro de bens móveis e imóveis expedidos pelo Tribunal de Justiça da Paraíba e Tribunal Regional Federal da 5a Região. Na mira dos promotores e da PF estavam 13 prefeituras e 34 empresas promotoras de eventos.

Pela decisão do desembargador do TJ/PB, Joás de Brito Pereira Filho as empresas investigadas estão proibidas de manter qualquer tipo de atividade com as prefeituras investigadas. A listagem das empresas foi publicada nas páginas 3 e 8, do Diário da Justiça da Paraíba.   As empresas mantinham contrato com as prefeituras de Alhandra, Cabedelo, Capim, Conde, Cuité de Mamanguape, Jacaraú, Itapororoca, Santa Rita, Mulungu, Boa Ventura, Mamanguape, Sapé e Solânea. As irregularidades também foram constatadas na Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), órgão da prefeitura municipal.

As fraudes eram feitas em licitações, dispensas e inexigibilidades de licitação, contratos com bandas musicais, montagem de palcos, som, iluminação, comercialização de fogos de artifício, shows pirotécnicos, aluguéis de banheiros químicos e serviços de segurança. Dos 65 mandados de busca e apreensão, 13 foram cumpridos na sede das prefeituras.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Feira do Empreendedor tem expectativa de 10 mil participantes

Evento realizado pelo Sebrae começa em 1º de agosto no Centro de Convenções, reunindo participantes de 12 estados.

A Feira do Empreendedor 2012, que começa nesta quarta-feira (1º) no Centro de Convenções, reunirá participantes de 12 Estados do Brasil, um público estimado em 10 mil pessoas, com foco para o pequeno empresário.

De acordo com o superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Rio Grande do Norte, Zeca Melo, o evento terá oficinas de empreendedorismo para 450 empresário recém-formalizados, doze salas de aulas com orientações ao público inscrito, palestras sobre sustentabilidade, confecção, construção civil entre outros.

"Quem quiser ampliar seu negócio ou quiser empreender venha nos visitar", convidou o  Zeca Melo, que destacou em entrevista ao Jornal 96 a oferta de informações para abertura de empresas, tecnologias, palestras, treinamentos direcionados para o desenvolvimento e estimulo à cultura empreendedora. Tudo aliado à atuação de inúmeros parceiros, tornando a Feira do Empreendedor um grande evento com bons ventos, oportunidades de negócios e transformações.

Para auxiliar no financiamento das atividades, Zeca Melo explicou que instituições bancárias realizarão rodadas de discussão sobre como ofertar crédito ao pequeno e micro empresário. A ideia, observou, é explorar os potenciais dos participantes para o fomento do empreendedorismo.

A programação completa e os serviços ofertados para a Feira do Empreendedor 2012 estão disponíveis no site http://feiradoempreendedor.rn.sebrae.com.br/ e ainda no telefone 0800 570 0800. As inscrições para o evento já foram encerradas.

Serviço
Feira do Empreendedor 2012
Centro de Convenções
De 1º a 4 de agosto
A partir das 14h.

 

Mozaniel é aclamado por multidão em Baixa do Meio


Multidão na 1ª mobilização de Mozaniel e Ivyna
Uma multidão se concentrou em frente ao comitê central da Coligação Esperança Renovada para receber os candidatos Mozaniel de Melo(prefeito) e Ivyna(vice-prefeita) na tarde e noite deste sábado(28), na primeira grande mobilização política da oposição.
Do comitê a multidão invadiu as ruas do distrito em um verdadeiro arrastão puxado por diversos paredões e alimentado pela euforia da população que expressava o desejo de mudança e com o retorno de Mozaniel a prefeitura de Guamaré.
No meio da multidão muitas pessoas expressavam seus sentimentos pintadas, enfeitadas, com bandeiras nas mãos, adesivos e de forma muito espontânea. Após mais de duas horas de caminhada, a movimentação terminou com um comício.
Dedé Câmara, Ivyna e Mozaniel
Dr. Marcos apoia Mozaniel

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Eleitor exerce papel fundamental na fiscalização das eleições

Sonho de consumo de qualquer candidato, o eleitor deve desempenhar um papel fundamental em todo o processo eleitoral: o de fiscal das eleições.

Por mais que a Justiça Eleitoral esteja presente em todo o território nacional, ela não consegue cobrir ao mesmo tempo os 5.568 municípios do país, onde serão eleitos prefeitos e vereadores este ano.

A Justiça Eleitoral tem estimulado a participação do eleitor no trabalho de fiscalização do pleito. A colaboração é bem-vinda porque ajuda na lisura das eleições.

Envolver o eleitor no processo de fiscalização não é tarefa fácil. Afinal, ele é tratado como mercadoria por boa parte dos políticos e alvo de todo tipo de artimanha para fraudar a eleição. A compra de votos, por exemplo, é crime que a Justiça Eleitoral tenta inibir, mas não consegue evitar.

Se o eleitor vir um cartaz colado em uma árvore, ele pode acionar a Justiça Eleitoral. Se algum candidato fizer propaganda fora das regras estabelecidas pela lei, idem. Se alguém oferecer alguma vantagem ao eleitor em troca do voto, também deve ser denunciado.

Todos os tribunais regionais eleitorais, incluindo o do Rio Grande do Norte, disponibilizam sites e ouvidorias para receber as reclamações ou denúncias do cidadão. No TSE, existe uma Central do Eleitor.

No Rio de Janeiro, por exemplo, o TRE desenvolveu um sistema que permite ao eleitor fotografar irregularidades e enviá-las ao órgão para que sejam tomadas as providências cabíveis. Isso é muito bom! Deveria ser seguido por todos os TRE's.

Nas eleições municipais, o juiz eleitoral de cada cidade tem papel fundamental na fiscalização do processo. Ele é responsável por receber as denúncias e aplicar as penalidades.

A comunicação ou denúncia à Justiça Eleitoral também pode ser feita por e-mail e diretamente ao promotor de Justiça Eleitoral.

Além dos canais disponíveis no âmbito da Justiça eleitoral, o cidadão também pode fazer denúncias às polícias Civil e Militar.

Não seja besta, caro eleitor. Se vir alguma coisa errada, denuncie. A sociedade agradece e você acaba beneficiado por colaborar com a lisura das eleições. Quanto mais o povo fechar o cerco contra os maus políticos, melhor.

MP e TCE divulgam lista nesta semana

O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte divulgará a lista dos salários dos servidores e os respectivos salários amanhã. A informação é da Assessoria de Imprensa da própria instituição. Já o Ministério Público Estadual trará no final de semana  publicação dos salários dos funcionários. Com a publicação dessas duas instituições, para o cumprimento da Lei da Informação ficam faltando a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, a Câmara Municipal de Natal e a Prefeitura Municipal de Natal. O Legislativo estadual e da capital potiguar ainda não definiram prazo para começarem a cumprir a lei nacional.
Adriano AbreuTribunal de Contas prepara divulgação dos salários de conselheiros, auditores e funcionáriosTribunal de Contas prepara divulgação dos salários de conselheiros, auditores e funcionários

No caso do Tribunal de Contas do Estado, que trará as informações amanhã no site da instituição, há cerca de 300 servidores. O que chama atenção é o fato de que quase um terço são funcionários cedidos.

No Rio Grande do Norte, o Tribunal de Justiça e o Tribunal Regional do Trabalho já divulgaram os valores dos salários dos servidores. No caso da Corte Estadual de Justiça 196 servidores receberam em junho deste ano remuneração superior a R$ 19.721,05, valor bruto do subsídio de uma juíza de primeira entrância, o menor subsídio entre os magistrados.

Deste total de servidores que recebem mais do que a magistrada, 12 salários estão acima de R$ 30 mil - três deles com lotação na Assessoria Jurídica (AJ). Os montantes registrados nos contracheques desses funcionários (todos efetivos e ocupantes de cargos comissionados) ultrapassaram os vencimentos de muitos magistrados, inclusive os de alguns desembargadores e juízes de terceira entrância, que teoricamente figurariam enquanto beneficiários do teto salarial do Poder Judiciário.

Doze salários estão acima de R$ 30 mil - três deles com lotação na Assessoria Jurídica (AJ). Os montantes registrados nos contracheques desses funcionários (todos efetivos e ocupantes de cargos comissionados) ultrapassaram os vencimentos de muitos magistrados, inclusive os de alguns desembargadores e juízes de terceira entrância, que teoricamente figurariam enquanto beneficiários do teto salarial do Poder Judiciário.

Fonte: Tribuna do Norte