terça-feira, 12 de novembro de 2013

'Eu pedi pra ele não sair', diz mulher de policial do RN que levou tiro de fuzil



Soldado José Gurgel, 29 anos, levou tiro de fuzil durante confronto em Apodi.
Mulher conta que ele, mesmo de folga, saiu de casa para defender a cidade.


Soldado José Gurgel Pinto, ferido em Apodi (Foto: Arquivo Pessoal)
'Nós estávamos em casa, dormindo. Então começou o barulho dos tiros e eu pedi pra ele não sair. Mas ele foi defender a cidade'. As palavras são da dona de casa Amália Michele, mulher do soldado da Polícia Militar José Gurgel Pinto, de 29 anos, baleado por tiros de fuzil na madrugada desta terça-feira (12) durante confronto com criminosos que explodiram a agência do Banco do Brasil em Apodi, cidade da região Oeste do Rio Grande do Norte. Dinamites foram usadas para detonar o cofre principal do banco e cerca de R$ 800 mil foram levados, segundo estimativa do delegado da cidade. O policial foi o único ferido durante a troca de tiros. Segundo a mulher, Gurgel estava de folga, mas mesmo assim decidiu ir às ruas para dar apoio aos colegas de farda.
Após ser baleado nas duas pernas, o soldado Gurgel foi socorrido para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. “Foram seis horas de cirurgia. Graças a Deus ele está bem, mas os médicos ainda não podem garantir que ele vai recuperar os movimentos”, disse a mulher.


Cerca de 20 homens fortemente armados explodiram a agência do Banco do Brasil na cidade de Apodi (Foto: Marcos Gil)

A ação criminosa em Apodi aconteceu por volta das 2h30. Houve intensa troca de tiros e um dos veículos usados pelo bando, uma Pajero, foi abandonado. Dentro, havia carregadores de fuzil, munição e garrafas com coquetel molotov. “Passamos mais de meia hora trocando tiros com eles. Foi um cenário de guerra”, afirmou o oficial.

 
O soldado Marcos Gil, que também participou da ação e filmou a troca de tiros (veja vídeo ao lado), contou que a polícia recebeu uma ligação alertando sobre a presença de veículos circulando pela cidade em atitude suspeita. Uma guarnição da PM foi verificar a informação e se deparou com parte da quadrilha. “Daí começou o confronto", relatou.
A polícia acredita que a quadrilha fugiu com destino ao Ceará e faz diligências para tentar localizar os ciminosos.
Segunda vez
No dia 11 de julho deste ano, também em Apodi, a Polícia Militar encontrou em confronto com uma quadrilha armada. Na ocasião, segundo o próprio capitão Brilhante, mais de 10 homens encapuzados e armados com fuzis tentaram arrombar a agência do Banco do Brasil.
A ação aconteceu por volta das 2h30. Os criminosos estavam em dois carros, do tipo Pajero prata e um Golf preto. Segundo o capitão, os policiais de plantão observaram uma movimentação estranha através das câmeras de monitoramento da companhia de Policia Militar. Ao averiguar o que acontecia, os policiais foram surpreendidos por disparos. "Houve uma intensa troca de tiros, frustrando a ação dos bandidos, que empreenderam fuga deixando pra traz um coquetel molotov", disse.
Momentos depois, a companhia foi informada que a agência do Banco do Brasil havia sido alvo dos suspeitos. As portas da agência estavam quebradas. Uma marreta e uma alavanca foram encontradas dentro do banco. Mas nada foi levado da agência. “Deu a entender que no momento em que um grupo tentou arrombar o banco, outros estavam em frente à Companhia para impedir a saída dos policiais”, colocou o capitão.

Agência ficou destruída com a explosão ocorrida na madrugada desta terça em Apodi, RN (Foto: Marcos Gil)


 Fonte: Do G1 RN

Fiscalização flagra furto de água na adutora Jerônimo Rosado

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) fiscalizou nesta terça-feira (12) o entorno da adutora Jerônimo Rosado, responsável por 30% do abastecimento da cidade de Mossoró. Até o início da fiscalização foram identificados e fechados cinco pontos de retirada irregular de água da adutora, desviadas para usos como a pecuária e agricultura. Uma pessoa foi conduzida à delegacia de Assú para fazer o procedimento criminal.

O trabalho está sendo realizado entre a captação na Barragem Armando Ribeiro Gonçalves e as imediações de José da Volta, posto de combustível às margens da BR-304. Segundo a Caern, o maior prejuízo causado pelas ligações clandestinas na adutora Jerônimo Rosado é o desabastecimento na cidade de Mossoró. Na altura da comunidade rural de Palheiros, os técnicos da Caern encontraram tubulação que retirava água aonde era possível abastecer uma cidade do tamanho de Triunfo Potiguar.

Divulgação/CaernFiscalização da Caern contou com auxílio da Polícia CivilFiscalização da Caern contou com auxílio da Polícia Civil

A Caern informou que a água da adutora é tratada com cloro e própria para consumo humano, por este motivo, foi projetada para atender as necessidades da população e não de outros usos. Além dos profissionais da Caern, toda a fiscalização foi acompanhada por equipe da polícia civil de Mossoró.

O material das ligações irregulares foi retirado e apreendido. O gerente da Regional Mossoró, Nehilton Barreto, explica que além de ser retirada uma grande quantidade de água pelas ligações irregulares, o líquido está sendo bombeado de forma ininterrupta. Ou seja, o que não é aproveitado, é desperdiçado. Em uma comunidade próxima ao posto de Zé da Volta foi encontrado um barreiro que estava sendo “abastecido” pela água da adutora. 
 
Fonte: Tribuna do Norte

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

População de Pedra Preta sofre com novos tremores


Novos tremores de terra foram registrados nesta terça-feira (5) na cidade de Pedra Preta, que fica na região Agreste do Rio Grande do Norte. De acordo com o sargento da Polícia Militar da cidade, Paulo Pontes, os tremores foram sentidos pela população durante todo o dia.
"Pela manhã, bem cedinho, sentimos os primeiros tremores, por volta das 6h45min e foi assim durante todo o dia", comentou o sargento.
Segundo Pontes, os tremores foram semelhantes aos da semana passada, quando os sismólogos apontaram abalos de 3.5 graus. "Acredito que tenha sido igual ou até maior do que os da semana passada, porque a terra balançou mesmo", justificou.
Desde o turno da manhã, as aulas foram suspensas e os moradores reclamam dos sustos em toda a cidade.
Os sismólogos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte já registraram maia de 500 abalos sísmicos em Pedra Preta.

Senado aprova, em primeiro turno, texto-base do Orçamento Impositivo

O plenário do Senado aprovou, em primeiro turno, o texto base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Orçamento Impositivo. O texto prevê que 1% das receitas correntes líquidas da União deverá ser obrigatoriamente destinado a atender emendas parlamentares. Com isso, cerca de R$ 8 bilhões por ano serão destinados a emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União, o que significa aproximadamente R$ 14 milhões para cada parlamentar.
O texto enviado pela Câmara ao Senado previa que pelo menos 40% deveriam ser empregados em emendas relacionadas à área da saúde, inclusive gastos de custeio. No entanto, a matéria foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, onde o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) apresentou substitutivo aumentando para 1,2% e determinando que 50% deverão ser destinados à saúde.
No plenário, entretanto, foi aprovado pedido de destaque que amplia a destinação ao Orçamento Impositivo em 0,2 pontos percentuais. Os senadores entraram em acordo para concluir a votação dos destaques amanhã (5), quando essa emenda deverá ser votada e aprovada pela maioria. A votação em segundo turno deverá ocorrer na próxima semana.
Segundo Braga, a PEC contribuirá para solucionar o problema do financiamento da saúde pública. “Acho que vai dar um alívio muito grande no custeio da saúde para os estados e municípios. Por outro lado, o texto viabiliza uma reivindicação histórica do financiamento da saúde. Nós estamos votando aqui não o Orçamento Impositivo, mas o financiamento da saúde”, disse o relator.
Segundo Braga, a expectativa é que o dinheiro correspondente à metade das emendas do Orçamento Impositivo seja associado aos recursos provenientes de 25% dos royalties da União sobre o petróleo do pré-sal e à verba que já é regularmente destinada pelo Tesouro Nacional para financiar a saúde pública. Com isso, segundo ele, até 2018 o orçamento do setor deverá ser de R$ 147 milhões.
Após votação em segundo turno no Senado, a matéria retornará para última análise dos deputados porque o texto recebeu alterações dos senadores. Eduardo Braga garante que há acordo com a Câmara para que os pontos modificados no Senado não sejam rejeitados e a matéria seja aprovada conforme o substitutivo apresentado por ele.
Fonte: Nominuto.com

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Prefeito e 10 vereadores de Itapira/SP assinam Pacto Escoteiro




Prefeito e 10 vereadores de Itapira/SP assinam Pacto Escoteiro
Durante a sessão da Câmara Municipal, que registrava voto de congratulação para o Grupo Escoteiros de Itapira 193º/SP, pela sua fundação, o prefeito José Natalino Paganini e dez vereadores do município: Carlos Alberto Sartori, Juliano Feliciano, Pedro Tadeu Stringuetti, Rafael Donizete Lopes, Marcos Paulo da Silva, Mauricio Cassimiro de Lima, Décio da Rocha Carvalho, Cesar Augusto da Silva, Joilson Batista Militão da Silva e Luiz Machado assinaram o Pacto Escoteiro, passando a integrar a União Parlamentar Escoteira do Brasil.

Durante a sessão, estiveram presentes o chefe do grupo, Fernando Palmieri, além de cerca de 10 jovens escoteiros itapirenses e seus familiares.

Clique aqui para conferir uma matéria sobre a solenidade no portal Cidade de Itapira.










































Petrobrás fechará 38 empresas no exterior até 2015

Na gestão de Graça Foster, a Petrobrás tem reduzido sua atuação internacional e fechou representações em Portugal, Austrália, Irã, Nova Zelândia, Turquia e Líbia, de acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo publicadas nesta segunda-feira. No total, serão 38 fechamentos em todo o mundo até 2015.
Quando Graça assumiu em 2012, a Petrobrás tinha operação em 23 países e hoje está em 17. O número vai diminuir quando forem incluídas as seis unidades africanas que sairão do balanço da companhia: Nigéria, Angola, Gabão, Benin, Namíbia e Tanzânia. Ainda há unidades da empresa na Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Peru, Venezuela, México, Estados Unidos e Japão.

Denúncia contra Micarla envolve contrato da Marca

Promotor de Defesa do Patrimônio Público, Emanuel Dhayan afirmou que as denúncias contra a ex-prefeita Micarla de Souza, protocolada na 7ª Vara Criminal de Natal são referentes ao contrato com a empresa Marca, que na Secretaria Municipal de Saúde ficou responsável pelo gerenciamento de unidades de saúde.  Segundo o promotor, as acusações foram feitas com base em “dados bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos e encontra-se protegida por segredo de justiça”. Ele ressaltou que as investigações continuam sendo feitas e “novas denúncias podem ser apresentadas, no momento adequado”.

Promotor Emanuel Dhayan informa que há investigações que continuam em andamento

Emanuel Dhayan destacou que espera novos dados para investigação, que foi deflagrada no ano passado. “Ainda existe um procedimento investigatório criminal específico contra a ex-prefeita Micarla que aguarda o recebimento de dados bancários e a devolução de cartas precatórias para posterior finalização”, destacou.

A TRIBUNA DO NORTE enviou ao promotor também o questionamentos sobre a demora para protocolar a denúncia e os desdobramentos a partir do processo aberto na 7ª Vara Criminal, mas ele não respondeu a esta pergunta.

A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público entrou com denúncia contra a ex-prefeita Micarla de Sousa e outras 29 pessoas. A denúncia ocorre um ano depois do Ministério Público ter conseguido na Justiça o afastamento de Micarla. 
No site do Tribunal Justiça, no link que mostra as movimentações processuais consta apenas que o processo foi impetrado na última quarta-feira e tem como acusação o crime de peculato (apropriação do dinheiro público). Além da ex-gestora, entre os denunciados estão oito pessoas que foram denunciadas na Operação Assepsia, processo em que o Ministério Público aponta um suposto esquema de corrupção na Secretaria Municipal de Saúde, na gestão de Micarla de Sousa na Prefeitura. O procurador do Município, Alexandre Magno Alves, apontado como um dos principais operacionalizadores da Assepsia, também foi denunciado nesta nova ação. Os ex-secretários municipais de Saúde, Tiago Trindade, e de Planejamento, Antonio Luna, e o ex-procurador geral do Município, Bruno Macedo, estão na lista do Ministério Público neste novo processo. Os diretores da empresa MARCA, Thobias Bruno Tavares Gurgel, Tufi Soares e Rosimar Bravo também estão na lista dos denunciados.

No total são 30 acusados pelo Ministério Público. Como envolve um servidor público, o procurador Alexandre Magno Alves de Souza, o juiz José Armando Ponte deverá abrir prazo de 15 dias para a manifestação prévia do servidor público. Só após decorrido esse prazo, que começa a contar com a notificação, é que o magistrado analisa se recebe ou não a denúncia contra o grupo.


MemóriaA trajetória política da jornalista Micarla de Sousa foi frustrada próximo ao fim de seu mandato na prefeitura de Natal em 2012, com críticas e índices de desaprovação, que ultrapassaram os 90%, e culminaram numa ocupação à Câmara Municipal de Natal, em protesto denominado “Fora Micarla”, o qual pedia o afastamento da então prefeita por acusações de improbidade pública. A ex-prefeita ainda teve o seu nome envolvido em denúncias do Ministério Público em junho de 2012, no caso que ficou conhecido como a Operação Assepsia.

Na época, o Ministério Público Estadual, por intermédio do procurador de Justiça, Manoel Onofre Neto, acusou a prefeita, o seu marido, Miguel Weber, e os auxiliares Bosco Afonso e Jean Valério, de participação em fraudes na Secretaria Municipal de Saúde. As supostas fraudes são relativas à contratação de organizações sociais para gerir serviços de saúde.

 Em virtude do suposto envolvimento, a prefeita e auxiliares foram afastados de suas funções públicas.

Micarla de Sousa foi afastada da prefeitura no dia 31 de outubro de 2012 por decisão do desembargador Amaury Moura, a pedido do então procurador-geral de Justiça, Manoel Onofre Neto. Ele alegou, na ocasião, que o afastamento seria para evitar que recursos públicos fossem indevidamente utilizados.

Entre as acusações para o afastamento estavam “gastos acima dos rendimentos e acordos para remessas de valores”. Em 27 de junho do ano passado, a Ministério Público Estadual deflagrou a Operação Assepsia para investigar fraudes no processo de licitação que contratou o Instituto Pernambucano de Assistência e Saúde (IPAS), do Instituto de Tecnologia Capacitação e Integração Social (ITCI) e da Associação Marca pela Secretaria de Saúde.  Agora, mais de um ano depois, o MP apresentou formalmente a denúncia à Justiça. Além da ex-prefeita, outras 29 pessoas foram acusadas (veja lista nesta página).
 
Fonte: Tribuna do Norte