quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Delegado do RN é flagrado em motel com adolescente e viatura da Polícia Civil
Meteorologia admite nova estiagem
Os meteorologistas do Nordeste estão menos otimistas com relação à
quadra chuvosa do semiárido em 2014, que começa em fevereiro e vai até
maio. Ao final de uma reunião realizada ontem em Fortaleza, o
prognóstico apontava a seguinte condição: acima da média 25%; em torno
da média 35% e abaixo da média 40%. Os números, foram anunciado ontem
pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme),
durante o encerramento do XVI Workshop Internacional de Avaliação
Climática para o Semiárido Nordestino. Com a previsão, o órgão faz um
alerta para a possibilidade de a seca ser prolongada em 2014.
Para
chegar à previsão, meteorologistas dos estados do Nordeste, além de
especialistas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), do Centro
de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Ministério da
Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e de institutos dos Estados Unidos
(IRI) e Reino Unido (UK Met Office) analisaram condições termodinâmicas
dos oceanos Pacífico e Atlântico, condições da atmosfera e previsões de
modelos atmosféricos globais, para avaliação prévia do período chuvoso
nestes próximos três meses.
Gilmar Bistrot, meteorologista da Emparn presente na reunião, disse ontem que para o RN a maior probabilidade é de chuvas normais, entre 200 mm a 300 mm descentralizadas nas regiões do estado. “A previsão não é conclusiva por definitivo. São dados que ainda podem apresentar evolução”, explica.
Apesar da previsão “um pouco otimista” em relação aos dois anos anteriores, 2012 e 2013, o volume de chuvas “pode não resolver o problema e recuperar os reservatórios do estado”. Para agricultura de subsistência, as chuvas podem ser suficientes, mas “não será suficiente para os mananciais”, afirma Bistrot.
Devido as previsões, e a situação atual dos mananciais e abastecimento de água, o Governo do Estado deverá estabelecer um planejamento para prolongamento do uso da água. Segundo Bistrot, nesta próxima quinta-feira, 23, haverá uma reunião do Comitê da Seca para análise dos dados de previsão concebidos nesta reunião. “Vão discutir e analisar alternativas ou soluções em cima desse prognóstico”, diz.
Os principais reservatórios do RN já causam preocupação. Em Pau dos Ferros, a Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos registra o volume de 11,24% da capacidade. No Itans, localizado em Caicó, o volume está em 11,24%. A Barragem Engenheiro Armando Ribeiro, maior represa de água do Rio Grande do Norte, se encontra no pior nível desde sua construção, em 1983, 34,28% de sua capacidade. Pela baixa nos reservatários, 14 cidades, nas região do Alto Oeste e Seridó, continuam com seus reservatários em colapso de abastecimento de água.
Na semana passada, a Caern iniciou um programa de racionamento nos municípios abastecidos pela adutora Arnóbio Abreu, que atende aos municípios de Paraú, Triunfo Potiguar, Campo Grande, Janduís e Messias Targino. Os moradores dessas cidades terão água nas torneiras dia sim e outro não.
A adutora capta água da Barragem Armando Ribeiro, que é o maior reservatório do RN, com 2,4 bilhões de metros cúbicos. Na última medição feita pela Secretaria de Recursos Hídricos, a barragem estava com apenas 34% de sua capacidade, volume suficiente para assegurar o abastecimento até somente até o final do ano.
Gilmar Bistrot, meteorologista da Emparn presente na reunião, disse ontem que para o RN a maior probabilidade é de chuvas normais, entre 200 mm a 300 mm descentralizadas nas regiões do estado. “A previsão não é conclusiva por definitivo. São dados que ainda podem apresentar evolução”, explica.
Apesar da previsão “um pouco otimista” em relação aos dois anos anteriores, 2012 e 2013, o volume de chuvas “pode não resolver o problema e recuperar os reservatórios do estado”. Para agricultura de subsistência, as chuvas podem ser suficientes, mas “não será suficiente para os mananciais”, afirma Bistrot.
Devido as previsões, e a situação atual dos mananciais e abastecimento de água, o Governo do Estado deverá estabelecer um planejamento para prolongamento do uso da água. Segundo Bistrot, nesta próxima quinta-feira, 23, haverá uma reunião do Comitê da Seca para análise dos dados de previsão concebidos nesta reunião. “Vão discutir e analisar alternativas ou soluções em cima desse prognóstico”, diz.
Os principais reservatórios do RN já causam preocupação. Em Pau dos Ferros, a Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos registra o volume de 11,24% da capacidade. No Itans, localizado em Caicó, o volume está em 11,24%. A Barragem Engenheiro Armando Ribeiro, maior represa de água do Rio Grande do Norte, se encontra no pior nível desde sua construção, em 1983, 34,28% de sua capacidade. Pela baixa nos reservatários, 14 cidades, nas região do Alto Oeste e Seridó, continuam com seus reservatários em colapso de abastecimento de água.
Na semana passada, a Caern iniciou um programa de racionamento nos municípios abastecidos pela adutora Arnóbio Abreu, que atende aos municípios de Paraú, Triunfo Potiguar, Campo Grande, Janduís e Messias Targino. Os moradores dessas cidades terão água nas torneiras dia sim e outro não.
A adutora capta água da Barragem Armando Ribeiro, que é o maior reservatório do RN, com 2,4 bilhões de metros cúbicos. Na última medição feita pela Secretaria de Recursos Hídricos, a barragem estava com apenas 34% de sua capacidade, volume suficiente para assegurar o abastecimento até somente até o final do ano.
Fonte: Tribuna do Norte
Esqueceu a carteira', diz advogado sobre uso de cartão de preso no RN
O esquecimento da carteira de dinheiro teria sido o motivo para um ex-diretor da penitenciária Rogério Coutinho Madruga usar o cartão de crédito de um preso para comprar uma bomba d'água
para a unidade prisional, conhecida como pavilhão 5 do presídio
estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal. É o que diz a
defesa do agente penitenciário Alexandre Medeiros de Assis, ex-diretor
da unidade denunciado pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte
junto com Aldaberto Luiz Avelino, que também administrou o pavilhão 5 de
Alcaçuz, pelo crime de corrupção passiva. O G1 não conseguiu contato com a defesa do segundo suspeito.
"O diretor iria comprar com o dinheiro dele o que deveria ser pago pelo Estado, mas esqueceu a carteira. O preso então falou ao agente que poderia usar o cartão de crédito. Então foram todos na casa de um familiar do detento para pegar o cartão", conta o advogado Paulo César Costa, que defende o ex-diretor da penitenciária. De acordo com o advogado, o preso foi ressarcido pelo agente penitenciário poucos dias depois. A compra, no valor de R$ 815,20, ocorreu no dia 9 de setembro, conforme consta na nota fiscal anexada à denúncia do MP.
O advogado conta que a bomba d'água teve um problema e foi necessário comprar o novo equipamento. Para resolver a questão, Alexandre Medeiros teria ido ao bairro do Alecrim, na zona Leste de Natal, com o preso Walker Araújo da Silva, que responde a processos por roubo e crime contra o patrimônio. A defesa do agente penitenciário justifica que o apenado foi levado para ajudar no transporte do equipamento. "É um detento que trabalha na unidade. E como não há efetivo de agentes penitenciários, foi preciso levá-lo", acrescenta.
"O diretor iria comprar com o dinheiro dele o que deveria ser pago pelo Estado, mas esqueceu a carteira. O preso então falou ao agente que poderia usar o cartão de crédito. Então foram todos na casa de um familiar do detento para pegar o cartão", conta o advogado Paulo César Costa, que defende o ex-diretor da penitenciária. De acordo com o advogado, o preso foi ressarcido pelo agente penitenciário poucos dias depois. A compra, no valor de R$ 815,20, ocorreu no dia 9 de setembro, conforme consta na nota fiscal anexada à denúncia do MP.
O advogado conta que a bomba d'água teve um problema e foi necessário comprar o novo equipamento. Para resolver a questão, Alexandre Medeiros teria ido ao bairro do Alecrim, na zona Leste de Natal, com o preso Walker Araújo da Silva, que responde a processos por roubo e crime contra o patrimônio. A defesa do agente penitenciário justifica que o apenado foi levado para ajudar no transporte do equipamento. "É um detento que trabalha na unidade. E como não há efetivo de agentes penitenciários, foi preciso levá-lo", acrescenta.
A defesa informa ainda que o preso foi ressarcido e que por isso não
houve a busca por vantagem ilícita denunciada pelo Ministério Público.
"Isso descaracteriza o crime de corrupção passiva. Durante a instrução
processual mostraremos o comprovante", diz.
A compra da bomba d'água foi citada pelo detento José Welton de Assis em depoimento à Comissão Especial de Processo Administrativo da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), que afastou os dois ex-diretores da penitenciária Rogério Coutinho Madruga ao tomar conhecimento dos indícios de corrupção passiva. O mesmo apenado afirmou que recebia propostas dos dois ex-diretores em troca de regalias como ficar fora da cela para trabalhar na unidade e saídas desautorizadas.
A compra da bomba d'água foi citada pelo detento José Welton de Assis em depoimento à Comissão Especial de Processo Administrativo da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), que afastou os dois ex-diretores da penitenciária Rogério Coutinho Madruga ao tomar conhecimento dos indícios de corrupção passiva. O mesmo apenado afirmou que recebia propostas dos dois ex-diretores em troca de regalias como ficar fora da cela para trabalhar na unidade e saídas desautorizadas.
Outra acusação feita contra Alexandre Medeiros é que o ex-diretor da
penitenciária teria pedido R$ 50 mil para conseguir a progressão de pena
do preso para o regime domiciliar. Na mesma conversa, o agente
penitenciário teria garantido a ida do detento para Sergipe, estado de
onde é natural.
Sobre essa suposta proposta, Paulo César Costa alega que a situação foi deturpada na denúncia. "O preso trabalhava na unidade quando passou pelo diretor e perguntou ao mesmo se poderia conseguir o regime domiciliar pagando R$ 50 mil a um advogado. O diretor disse ao detento que a pergunta poderia ser feita a uma advogada que estava próxima ao local. A proposta foi feita e recusada pela advogada, segundo o advogado. Ela será chamada para testemunhar," detalha Paulo César Costa.
O advogado reforça que os depoimentos do preso José Welton de Assis foram uma represália a um trabalho de revista rigoroso que estava sendo realizado na unidade prisional.
Afastados
Os dois ex-diretores denunciados já respondem a processos administrativos na Sejuc e foram afastados dos cargos de direção depois que a secretaria tomou conhecimento dos indícios. Segundo a assessoria de imprensa da Sejuc, os dois foram transferidos para outras unidades prisionais, onde trabalham atualmente como agentes penitenciários.
Na denúncia, o Ministério Público pede o afastamento dos dois de suas atuais funções e pede a condenação de ambos por corrupção passiva.
Sobre essa suposta proposta, Paulo César Costa alega que a situação foi deturpada na denúncia. "O preso trabalhava na unidade quando passou pelo diretor e perguntou ao mesmo se poderia conseguir o regime domiciliar pagando R$ 50 mil a um advogado. O diretor disse ao detento que a pergunta poderia ser feita a uma advogada que estava próxima ao local. A proposta foi feita e recusada pela advogada, segundo o advogado. Ela será chamada para testemunhar," detalha Paulo César Costa.
O advogado reforça que os depoimentos do preso José Welton de Assis foram uma represália a um trabalho de revista rigoroso que estava sendo realizado na unidade prisional.
Afastados
Os dois ex-diretores denunciados já respondem a processos administrativos na Sejuc e foram afastados dos cargos de direção depois que a secretaria tomou conhecimento dos indícios. Segundo a assessoria de imprensa da Sejuc, os dois foram transferidos para outras unidades prisionais, onde trabalham atualmente como agentes penitenciários.
Na denúncia, o Ministério Público pede o afastamento dos dois de suas atuais funções e pede a condenação de ambos por corrupção passiva.
Fonte: G1RN
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
João Câmara: Protesto contra Insegurança interdita a BR 406
Um protesto contra a insegurança que predomina no município de João
Câmara fez moradores interditarem a BR 406 nas primeiras horas da manhã
desta quinta-feira(16). A interdição está acontecendo nas imediações das
Quatro Bocas e em outras áreas para evitar que os carros trafeguem em
desvios.
Ao longo da BR 406 nos dois sentidos já é grande o
congestionamento de carros, principalmente carretas das empresas
eólicas e as que transportam combustíveis de Guamaré.
Os
manifestantes querem com o ato chamar a atenção das autoridades
governamentais para com o problema da insegurança que reina na cidade
tirando o sono da população. Em média estão sendo realizados cinco
assaltos a estabelecimentos comerciais por dia.
Ontem a presidente
do CDL, Nildinha Freitas sugeriu a formação de uma comissão para ir até
a governadoria cobrar providências da governadora Rosalba Ciarlini.
Fonte: Assis Silva
Prefeita petista dá ponto facultativo para comemorar seu aniversário
A prefeita de Pureza, Maria da Conceição da Costa Fonseca (PT),
decretou ponto facultativo no dia 5 de dezembro por conta da comemoração
do próprio aniversário. O decreto assinado por Maria do Sindicato, como
é conhecida, é datado de 2 de dezembro de 2013. A vice-prefeita da
cidade, Maria Edilma de Araujo Lima (PTB), confirmou que cópias do
documento foram entregues em todas as secretarias municipais. "O decreto
do ponto facultativo não passou sequer pela Câmara Municipal", disse a
vice-prefeita.
No dia 5 de dezembro, a prefeitura e as secretarias
do município não funcionaram. No horário do expediente foram realizados
um café da manhã na casa da prefeita, uma missa e, em seguida, um
churrasco no ginásio da cidade para comemorar o aniversário da prefeita.
"Eu
nunca tinha visto isso na minha vida. Se quisesse comemorar tudo bem,
mas decretar ponto facultativo para isso é demais", disse a
vice-prefeita Maria Edilma.
A reportagem tentou falar com a
prefeita de Pureza, mas na prefeitura informaram que ela estaria em
Natal e as ligações para o celular da gestora não foram atendidas. O
chefe de gabinete da prefeitura, identificado apenas como Clésio, também
não atendeu às ligações. O secretário de administração da cidade,
Arivan Cavalcante Moreira, atendeu o telefone, mas quando questionado
sobre o ponto facultativo limitou-se a dizer que era melhor procurar a
prefeita. "Isso quem pode confirmar é a prefeita", disse.
disse.
A
presidente da Câmara Municipal de Pureza, vereadora Patricia Brito,
afirmou que o ato da prefeita repercutiu negativamente na cidade. "Todos
acharam um absurdo, nunca tinha acontecido isso na cidade. A gente
achou que ela poderia ter feito a festa, reunido os amigos, mas não
decretar ponto facultativo", disse a vereadora.
Servidores da
prefeitura que pediram para não serem identificados temendo represálias
confirmaram que no dia 5 de dezembro, uma quinta-feira, não houve
expediente nos órgãos municipais. "Isso foi o maior comentário aqui na
cidade. Ninguém trabalhou porque era aniversário da prefeita. Já pensou
se a moda pega?", disse um funcionário público.
O município de
Pureza fica a 60 quilômetros de Natal, na região do Mato Grande, entre
os municípios de Touros e João Câmara. A cidade tem 8.424 habitantes, de
acordo com o Censo 2010 do IBGE, e a principal atividade econômica é a
agropecuária.
Fonte: Com informações do G1
Publicado Por: Manoel José
Publicado Por: Manoel José
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Bandidos explodem mais uma vez o banco do Brasil de Campestre
Explodiram a agência do Banco do Brasil em Campestre. Mas peraí, o internauta pergunta, mas de novo eh?.
Sim amigos e caros web leitores. Até parece brincadeira, mas aconteceu
novamente em São José do Campestre, aconteceu outro ataque aos terminais
de caixa de autoatendimento do BB, que pelas minhas contas já é a
oitava vez que bandidos aterrorizam a cidade nas madrugadas com intuito
de assaltar aquela agência.
Pois bem, outro bando, ou o mesmo,
sei lá, chegaram agora pela madrugada, lá pelas 02:15 e numa caminhonete
daquelas preta, tipo Hilux e outro carro pequeno chegaram em frente a
agência bancária para instalar os explosivos enquanto outros ido bando
(não se sabe o número exato dos integrantes) e se dirigiram até o posto
policial e lá o metralharam (o prédio), além de uma viatura e outro
carro de um policial que lá estava. Era pipoco de bala para tudo que era
lado.
Polícia e população ficaram acuados e só ficaram a ouvir os tiros de metralhadora e outras armas de grosso calibre, e as explosões no Banco do Brasil. Mas segundo informações, mesmo com a violência toda empregada pelos bandidos, o que sobrou das explosões dos caixas foram só papéis e mais nada, os homens do mal num levaram nenhum real dessa espalhafatosa ação.
Vários prédios foram atacados com tiros entre eles, o posto policial, cartório, Forum e outros.
Polícia e população ficaram acuados e só ficaram a ouvir os tiros de metralhadora e outras armas de grosso calibre, e as explosões no Banco do Brasil. Mas segundo informações, mesmo com a violência toda empregada pelos bandidos, o que sobrou das explosões dos caixas foram só papéis e mais nada, os homens do mal num levaram nenhum real dessa espalhafatosa ação.
Vários prédios foram atacados com tiros entre eles, o posto policial, cartório, Forum e outros.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Preço da cesta básica aumenta em 18 capitais
De acordo com a pesquisa, no mês de dezembro, a cesta básica aumentou
em 15 cidades, sendo que as maiores altas foram registradas em Goiânia
(7,95%), Florianópolis (7,86%), no Recife (2,37%), em Salvador (2%) e
Campo Grande (1,84%). No sentido contrário, aparecem Aracaju (-0,88%) e
Rio de Janeiro (-0,43%), as duas únicas cidades onde foi registrada
variação negativa.
Porto Alegre foi a cidade que apresentou o maior valor para a cesta
básica (R$ 329,18), mesmo sendo a terceira menor variação positiva
(0,14%). Na sequência, estão São Paulo (R$ 327,24) e Vitória (R$
321,39). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$
216,78), João Pessoa (R$ 258,81) e Salvador (R$ 265,13).
No acumulado do ano, o leite, a farinha de trigo, a banana, o pão
francês e a batata tiveram aumento em todas as regiões em que foram
pesquisados. O leite mostrou variações entre 6,18% (Manaus) e 28,24%
(Belém). Em todas as localidades as taxas foram maiores do que 13%,
menos no Amazonas. Em dezembro, a maior parte das cidades teve redução
nos preços, com os aumentos ocorrendo em Florianópolis (6,96%), Natal
(3,82%), Aracaju (3,09%) e Brasília (2,02%).
Em 2013, a farinha de trigo teve variações que chegaram a 67,06% em
Florianópolis, 55,56% em Campo Grande, 46,24% em Goiânia, 37,96% em
Porto Alegre, 33,47% em Curitiba, 31,25% em Brasília e 30,72% em São
Paulo. Em dezembro, Florianópolis registrou variação de (20,68%), Campo
Grande (6,87%), Goiânia (3,03%) e Belo Horizonte (1,66%). A principal
queda ocorreu em Brasília (-5,57%).
Já o pão francês subiu, em 2013, em todas as regiões pesquisadas, com
variações que oscilaram entre 2,13% em Aracaju e 24,17% em Campo
Grande. No mês de dezembro, houve estabilidade em Brasília e aumento em
Campo Grande (6,08%), Florianópolis (5,48%), Goiânia (3,58%), João
Pessoa (1,73%), Salvador (1,20%), Vitória (0,60%), Belo Horizonte
(0,35%), São Paulo (0,32%), Belém (0,25%) e Porto Alegre (0,14%).
Em 2013, o preço da batata subiu nas dez localidades do Centro-Sul,
onde é pesquisada. As taxas variaram entre 4,41% no Rio de Janeiro e
45,60% em Porto Alegre. Em dezembro de 2013, foram registrados aumentos
em Goiânia (34,59%), em Brasília (14,36%) e Curitiba (7,66%). Em
Florianópolis, houve diminuição (-0,44%).
A banana apresentou altas acumuladas em todas as cidades em 2013, com
taxas que variaram de 73,89% em Natal a 4,46% em Brasília. Em dezembro
de 2013, a elevação do preço apareceu em dez cidades, com destaque para
Goiânia (11,16%). Houve estabilidade em João Pessoa e diminuição em sete
localidades. Em Aracaju, a redução foi 17,44%.
O óleo de soja foi o único produto da cesta que teve seus preços
reduzidos em todas as cidades, com taxas que variaram entre -27,10%, em
Curitiba, e -13,66% em Natal. Em dezembro, houve aumento em 12 cidades,
com variações de 0,31% em Campo Grande a 2,39% em Goiânia.
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